jogos 16.05.2008

Primeiras impressões: GTA IV

Peguei GTA IV há umas semanas, mas o negócio é tão fabuloso que só criei culhões pra escrever sobre ele hoje. A pergunta mais feita é: O jogo justifica todo o hype que foi criado para o lançamento? Sim, com certeza. O jogo não traz nenhuma inovação supreendedora, sim, é mais do mesmo. O bom é que todo mundo gosta desse mesmo.

O personagem da vez é Niko Bellic, recem chegado em Liberty City para começar uma nova vida. Niko veio do leste europeu, tentando se livrar de um passado conturbado, envolto a mortes e tragédias. O único problema é que Niko não sabe fazer nada além do que aprendeu no exército Servo, e assim acaba se envolvendo com os maiores criminosos da cidade.

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filmes 15.05.2008

Só pintar de verde

Desde que foi o novo filme do Hulk foi anunciado, eu tenho falado que seria melhor que o primeiro, o que não é difícil. O primeiro filme foi uma merda, tanto que não virou uma série de filmes, já que o novo filme é um recomeço pro grandão. A minha certeza na qualidade desse filme é bem simples, Edward Norton. Nunca, eu repito, NUNCA vi um filme ruim do cara. E olha que já vi vários, dentre eles Clube da Luta e A Outra História Americana, que fazem parte dos meus filmes favoritos.

Esse último trailer que saiu tá aí pra confirmar tudo que eu to falando. É ótimo saber que a qualidade da adaptação já é garantida, já que a Marvel Studios mostrou que sabe o que faz em Iron Man, ou alguém não concorda?

Junho já tá chegando, a espera mesmo é pelo filme dos Vingadores. Até referência as HQs rolou nesse trailer (Bruce Banner sendo jogado do Helicóptero, quem leu sabe).

Pátria que me Pariu & filmes 15.05.2008

Vamos abrir a porta dos desesperados!

Não sou muito de ficar escrevendo sobre curtas, até porque normalmente o resultado é bem sem sal. Mas esse merece, com certeza.

Chico (O moleque de “O ano em que meus pais saíram de férias) estava em recuperação, e pra passar de ano precisava fazer uma redação criativa em 15 minutos, só isso. E é aí que a começa a viagem, já que pra achar um tema CRIATIVO pra sua redação, Chico começa a imaginar ícones da música dos anos oitenta interpretando as músicas mais famosas do SERGINHO MALLANDRO. Daí pra frente rola de tudo, desde Michael Jackson cantando Bilu Tetéia, até Twisted Sister cantando Um Capeta em Forma de Guri.

André Moraes mandou bem demais no curta, já que conseguiu reunir um elenco de primeira pra fazer uma coisa dessas. Nomes como Lúcio Mauro Filho, Lázaro Ramos (que também assina o argumento do filme), Wagner Moura, Luciano Szafir estão presentes na Ópera, todos devidamente ridicularizados, claro. Destaque pro Lúcio Mauro Filho interpretando Farofá-fá, sensacional.
Pra vocês terem uma noção do nível do curta, rola até Sidney Magal cantando, o que é garantia de coisa boa (ou engraçada, vai). Além das próprias músicas, existem várias outras referências ao Mallandro, como a Porta dos Desesperados e tudo mais. E é claro, o próprio Mallandro também participa do curta, com direito a “HÁ, SALSI-FUFU!” e tudo.

Não sei se o pessoal que participou do filme fez tudo na amizade ou rolou uma grana por trás, só sei que ver os atores globais mais badalados interpretando OS MAIORES CLÁSSICOS DO MALLANDRO é impagável. Queria eu que coisas assim fossem mais frequentes por aqui, a gente precisa disso.

Pra assistir o filme, é só clicar aqui.

filmes 14.05.2008

Deaths of Ian Stone

Deaths of Ian Stone tava indo muito bem, até começar a ficar ridículo.
Tenho esse filme no HD há bastante tempo, a primeira vez que li sobre ele foi em uma matéria sobre o Horror Fest 2007, onde escolheram o filme como um dos 8 melhores de terror do ano. Fiquei logo animado com a sinopse e baixei, afinal, mesmo que fosse uma merda eu ainda veria o mesmo ator morrendo várias vezes, o que é no mínimo interessante.

E o filme foi realmente interessante, pelo menos uma parte dele. A primeira metade do filme conseguiu me prender a atenção, e até teorizar sobre um final bem escrito. Mas isso é só na primeira metade mesmo. Depois de 40 minutos rodando o filme começa a se auto-avacalhar, beirando o ridículo em algumas passagens. O filme se perde completamente quando começam a aparecer MONSTROS DAS SOMBRAS na história. Sim, monstros das sombras, sem mais nem menos. Se no lugar de efeitos legais, tivessem arrumado um diretor de verdade, não teriam estragado uma idéia de filme tão legal, mas vai entender.

Fiquei até com medo de assistir os outros filmes da lista. Vai ver era essa a intenção.

televisão 13.05.2008

House’s head

Meus episódios favoritos de House são aqueles em que a abordagem principal é toda no protagonista. House, junto com Dexter, é um dos personagens mais bem bolados que eu já tive o prazer de assistir, então é sempre bom ter um episódio com um foco maior em como o personagem pensa e se comporta. House’s Head tem isso tudo, e mais um pouco.

O episódio é completamente diferente de qualquer coisa que você já viu nessa temporada, quiçá na série inteira. A narração não é linear, House tem vários insights e alucinações, complicando a compreensão dos mais desatentos. Logo no início do episódio, House se envolve em um acidente de ônibus e perde boa parte de sua memória recente. Daí pra frente é uma correria pra descobrir o que aconteceu de verdade, já que as únicas lembranças de House são alguns flashes. E é a partir desses flashes que ele começa a montar um quebra-cabeça, tentando chegar a pessoa doente, que aparentemente causou o acidente. Mais uma vez House vai até o limite pra desvendar a charada, indo de tentativa hipnose a overdose de remédios para alzheimer.

Óbvio que o episódio não fica só nessa distopia temporal, ele tem sua dose de humor e medicina. Sim, medicina. Os personagens se tornam tão envolventes (ou envolvidos por House, vá saber), que é fácil esquecer que House M.D., como já diz o nome, é uma série de medicina. E o caso da vez é excelente, já que nem o paciente é conhecido.

É meio complicado escrever sobre um episódio logo depois de vê-lo, mas a ansiedade é tanta que não tem como esperar. House’s Head foi do caralho, Hugh Laurie mostra de novo que merece os prêmios que recebe, e merece também os que deixa de receber. O problema agora é esperar até segunda-feira que vem, quando vai rolar a continuação direta, Wilson’s Heart. E quem sabe, algum dia, role um Cuddy’s Boobs, né.

Ah, rolou um strip-tease da Cuddy nesse episódio. TENSO.

música 13.05.2008

Rockferry

Sempre que alguma coisa faz sucesso, várias cópias aparecem logo depois, a grande dificuldade é diferenciar o que é bom e o que é cópia. Rockferry definitivamente não é uma cópia. Achei esse CD enquanto procuva por um trio alemão de Jazz, ou seja, pura sorte. Dando uma procurada por mais informações no Google, a opinião geral era de que Rockferry só serve de ponte entre Back to Black e o novo lançamento de Winehouse. Óbvio que quem diz uma coisa dessas não ouviu o CD da Duffy. Há vários elementos semelhantes entre as duas cantoras, claro, já que as duas abertamente são influenciadas pelas divas sessentistas, e não fazem questão de esconder isso. A questão é que as semelhanças param por aí. Winehouse faz questão de despejar toda a sexualidade possível em suas músicas, tratando de temas mais pesados, e cantando os mesmos de maneira mais pesada. Já Duffy canta a melhor música para dor de cutuvelo que eu ouvi nas últimas semanas, coisa bem melosa mesmo.

O primeiro single do CD foi Mercy, música com uma levada toda funkeada, acompanhada deliciosamente pela voz digna de uma quarentona de Duffy. Mas engana-se quem pensa que o resto do CD continua no embalo de Mercy, o buraco é mais embaixo, lá pra baixo mesmo. O clima fica muito mais denso, Warwick Avenue é o exemplo perfeito disso.

Aimee Duffy começou bem, agora é só se dissociar de cópia barata e continuar fazendo boa música, porque isso ela sabe fazer.

quadrinhos 12.05.2008

1602

Nunca fui muito de ler quadrinhos da Marvel. O principal motivo disso é pelo ciclo interminável de mortes e renascimentos que ocorrem com os personagens, e pelo número infinito de referências a revistas do século passado (é tão bom falar isso), que eu não tenho o menor interesse em ler. Finalmente conheci The Ultimates, que até hoje é o supra-sumo de heróis mascarados em revistas em quadrinhos. 1602 chega quase lá.

A história se passa na Inglaterra de Rainha Elizabeth, regada de conflitos com outros países e muita tensão, já que é de conhecimento geral o interesse de James VI da Escócia em assumir o trono real. Para isso, ele colabora com o Inquisidor Supremo da Espanha e Otto von Doom, Conde da Lativéria. Em meio a isso, catástrofes e tempestades ocorrem por toda a europa, coisas que o médico da Corte Inglesa, Sir Stephen Strange, considera como ‘não-naturais’, e acredita que a única salvação está contida em um antigo tesouro templário, localizado em Jerusalém. E é Nicholas Fury, Chefe da Inteligência Inglesa, o encarregado da segurança do tesouro até a sua chegada a Inglaterra.

Todas as 8 edições são escritas por Neil Gaiman, Mago nível 76 que escreveu Sandman, uma das maiores obras da Literatura Inglesa. O plot inicial já é um excelente atrativo por si só, mas ambientação que Gaiman dá aos heróis, o modo como eles se comportam, sem perder suas características psicológicas marcantes é íncrivel. A linha entre história e fantasia é muito tênue, juntando personagens históricos marcantes da europa do século XVII, com os personagens da Marvel muito bem encaixados, nada em 1602 soa forçado. A transposição dos personagens é um atrativo a parte, o estilo de narrativa adotado por Gaiman, as atitudes e crenças dos personagens deixa tudo tão natural, que você não lê a história com personagens da Marvel na época da inquisição, mas sim com personagens naturais dessa época. Enfim, é Gaiman.

A arte da revista fica por conta de Andy Kubert (Ilustração) e Richard Isanove (Colorização), que já trabalharam juntos no megasucesso do Wolverine Origem. O traço usado por Kubert se encaixa ainda melhor com a história, já que o mesmo dispensou um arte-finalista, deixando toda a revista com um ar mais detalhado e retrô.

1602 não é Sandman, mas é sem dúvidas mais um ótimo trabalho de Gaiman. Compra recomendada pra qualquer um que goste de uma boa história, leitor da Marvel ou não, até porque ficar associando os personagens de 1602 com os heróis de hoje em dia é uma diversão a parte.

A história foi publicada em 4 revistas mensais pela Panini, além de dois encadernados (Capa dura e capa cartonada). Quem quiser comprar a revista, é só dar uma olhada na Comix, lá tem todas as opções de publicação. Pra galera que prefere ler no PC, aqui tem todas as edições.
CDisplay para ler no PC.

Sedentarismo 10.05.2008

Casa nova

A bagunça tá foda, muita coisa pra arrumar ainda.

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